quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Existem muitos sites na Internet, a maioria em Inglês, que abordam o fato (ou teoria, para aqueles que ainda não estão convencidos), de que a Terra é oca. Contudo, nenhum deles se propõe a explicar cientificamente o assunto e se limitam à análise de relatos e lendas, principalmente as que se referem a civilizações perdidas. Não que esse procedimento não seja importante ou condenável, mas ele deveria ser utilizado como complemento das outras evidências, tendo em vista que nós vivemos em um mundo materialista onde as pessoas só acreditam no que podem ver ou tocar ou em algo que foi testado em um laboratório.

Então, sem mais demora, aqui estão os fatos que comprovam que a Terra, a Lua e provavelmente todos os outros planetas, são ocos.

COMPOSIÇÃO DA TERRA

Figura 1: a Terra vista em corte.

A Terra possui um "Sol" interno, três pontos onde a gravidade é zero e duas enormes aberturas nos pólos que interligam a superfície interna e externa.

A explicação para esses fenômenos é relativamente simples de se entender: o movimento de rotação do planeta arremessa a sua massa para longe do centro, da mesma forma que o giro de uma máquina de lavar arremessa as roupas para os lados deixando o seu centro oco.

Uma comparação melhor é a de um motociclista em um "globo da morte": a rotação impede que ele caia mesmo quando está de cabeça para baixo. A única diferença é que no globo da morte o motociclista é quem está girando e não o globo.

Quando a Terra estava sendo formada, e os seus componentes estavam em estado líquido, os materiais mais pesados foram se concentrando no centro, enquanto que a rotação manteve os materiais mais leves distantes do mesmo. A medida em que o planeta foi se solidificando, criou-se um perfeito equilíbrio entre o movimento de rotação e a gravidade.

OS TRÊS PONTOS DE GRAVIDADE ZERO

Ao contrário do que se acredita, a Terra não possui apenas um ponto onde a gravidade é zero, mas sim três: o oficial, que fica no centro do planeta; o que localiza-se a aproximadamente 640 Km abaixo da superfície; e o que localiza-se a aproximadamente 2.000 Km (veja a figura 6). Isso se deve ao fato de que a enorme velocidade de rotação da Terra, que no equador é de 465 m/s (veja a figura abaixo), atua na direção oposta da atração gravitacional, algo que a maioria dos cientistas têm simplesmente ignorado até hoje.

Figura 2: o movimento de rotação da Terra.

Quanto mais perto do eixo, menor é a velocidade.

NOTA: na verdade não existe nenhum ponto de gravidade zero na Terra. Não importa onde você esteja, sempre estará sofrendo o efeito da distorção espaço-temporal provocada pela massa do planeta, distorção esta que erradamente chamamos de força. Há sim um equilíbrio entre o movimento de rotação e a "atração" gravitacional nos pontos a 640 e a 2.000 Km de profundidade. E no caso do ponto central onde a rotação é zero, apenas o equilíbrio gravitacional.

AS ABERTURAS POLARES

Figuras 3 e 4 mostrando uma das enormes aberturas existentes nos pólos. Clique aqui para ver uma ampliação.

As aberturas nos pólos se devem ao fato de a velocidade de rotação nesses locais ser muito baixa. Sem rotação, a ação da gravidade é muito mais forte e, dessa forma, qualquer massa colocada nesses pontos seria atraída para baixo e para os lados (veja a figura 1). À latitude de 70º a Terra começa a se curvar para formar as enormes aberturas polares que medem aproximadamente 2.000 Km. Se houvesse apenas a rotação da Terra em torno do seu eixo, as aberturas se localizariam à 90º, exatamente nos pólos geográficos. Contudo, outros movimentos de rotação, como o da elipse em torno do Sol, fizeram com que elas se formassem 20º mais distante. É por isso que os pólos geográficos e magnéticos não coincidem. Quando exploradores que estão buscando o pólo Norte ou o pólo Sul chegam à latitude de 70º e a bússola deles aponta pra baixo, ele pensam que estão no pólo magnético, mas não estão. Na verdade, as bússolas estão sob o efeito do anel magnético que cerca as entradas polares, veja a figura abaixo.

Figura 5: localização dos pólos magnéticos e, conseqüentemente, das aberturas polares.

A curvatura da terra é muito mais acentuada nas entradas polares. Mas, apesar disso, não é perceptível para quem estiver caminhando ou mesmo sobrevoando sobre ela devido à sua enorme extensão.

AS SUPERFÍCIES INTERNA E EXTERNA

Figura 6: esquema da Terra mostrando a localização aproximada dos três pontos de "gravidade zero", do Sol interno e das aberturas polares. Observe como a gravidade nos pólos se "inverte" em um curto espaço se comparado com outros lugares. Clique aqui para ver uma animação.

Outro aspecto surpreendente do fato de a Terra ser oca é que ela possui duas superfícies (ou três se considerarmos a do Sol interno): a interna e a externa (veja a figura acima), que são interligadas pelas aberturas polares. Ambas com atmosfera, oceanos, continentes, florestas, rios, lagos, uma fonte direta de luz e calor (direta porque a luz, o calor e outras emanações vindas da estrela que chamamos de Sol influenciam a superfície interna e vice-versa), enfim, com todo um ecossistema próprio. Apesar de serem interligadas e semelhantes até certo ponto, possuem diferenças marcantes como:

"Atração" gravitacional menor na superfície interna - o que, entre outras coisas, permite um crescimento maior das plantas e dos animais;

Posição do Sol interno sempre as doze horas - o que significa que não há noite no intra-mundo;

Estágio evolucionário mais avançado na superfície interna - isso se deve, além de outras razões, ao fato do intra-mundo estar mais protegido contra eventos cataclísmicos (como a queda de um grande meteoro por exemplo) do que o mundo externo. Estando mais protegido, o ecossistema interno evoluiu um pouco mais lentamente, porém, de forma contínua. É o popular devagar e sempre. Quando a superfície externa estava passando por um dos muitos eventos que provocavam grande extinções, parte do seu ecossistema migrava para a superfície interna e era forçado a se adaptar para sobreviver (essa migração era muito mais fácil antes do congelamento dos pólos, época em que havia uma maior integração entre as superfícies). No final das contas, o intra-mundo sempre ficava com o melhor das duas superfícies e, após a cessação desses grandes eventos, ajudava a repovoar a nossa superfície. Isso contribuiu ainda mais para aumentar a diferença entre os dois mundos.

Agora, parece ser bastante lógico propor a existência de uma civilização mais avançada no interior do planeta, tanto tecnologicamente quanto espiritualmente, já que um ecossistema tão harmonioso estimularia a convivência pacífica.

NOTA: se você acha que as condições ambientais não influenciam o comportamento, então experimente mudar-se de uma região de clima frio para uma de clima quente ou vice-versa. pesquisas demonstram que países de clima frio são menos violentos mas também são menos criativos. O ideal é o equilíbrio do frio com o calor, equilíbrio esse que existe no mundo interno entre a constante irradiação de energia do seu "Sol" e a enorme evaporação gerada por essa energia.

O "SOL" INTERNO

O nome pode não ser apropriado do ponto de vista astronômico, mas é bastante apropriado do ponto de vista funcional, já que ele sustenta todo o ecossistema interno fornecendo luz e calor. E como "os mundos" interno e externo estão ligados, ele também desempenha um papel fundamental no equilíbrio do ecossistema de todo o planeta. Estima-se que ele possua 1/3 da massa total do planeta. É formado pelos materiais mais pesados e é extremamente denso, já que a força de expulsão provocada pela rotação é praticamente desprezível se comparada com a sua enorme "atração" gravitacional. O Sol interno é tão denso que apenas a sua superfície é líquida, todo o resto é sólido, apesar das enormes temperaturas em seu interior.

ALGUMAS PERGUNTAS PARA OS DEFENSORES DA VERSÃO ATUAL

Porque os Icebergs são feitos de água fresca quando, de acordo com a versão convencional, a única água disponível nos pólos é salgada? De onde vem toda a vegetação que é encontrada dentro desses Icebergs? Porque exploradores que se aventuraram além dos pólos magnéticos descobriram que o clima fica mais quente e que os mares ficam livres de gelo? Porque alguns pássaros e animais da região polar, como o boi almiscarado, migram para o Norte no inverno? A teoria científica convencional não pode responder à essas perguntas, mas a teoria da Terra oca pode. Existem rios de água fresca que fluem pra fora do intra-mundo e essa água morna carregando vegetação e pólen congela, formando os Icebergs de água fresca em uma área onde aparentemente só existe água salgada.

CONCLUSÃO

Uma pergunta que eu tenho ouvido freqüentemente é porque se a Terra é oca os nossos altamente inteligentes cientistas ainda não sabem disso. Eu posso responder a isso com um ditado: o pior cego é aquele que não quer ver. Muitos séculos se passaram desde a apresentação da teoria de que a Terra é redonda e não chata e, ainda assim, parece que nada mudou. A humanidade volta a cometer os mesmos erros exatamente por não ter aprendido nada com os anteriores. Ontem foi a teoria da Terra redonda, hoje a da Terra oca e amanhã?

Ao invés de ser imparcial, a comunidade "científica" ridiculariza toda e qualquer idéia que seja divergente da sua versão oficial e acusa de falta de seriedade ou de métodos científicos quem promove essas idéias. Os cientistas se acham os donos da verdade. Fechados em seus clubinhos, agem como verdadeiros ditadores do conhecimento. Ao invés de homo sapiens sapiens (homem que sabe que sabe), eles deveriam mudar o nome da sua "espécie" para homo não sapiens não sapiens (homem que não sabe que não sabe).

Aqui está o meu recado para aqueles que ainda acreditam que os nossos grandes cientistas estão corretos ao afirmar que a Terra não é oca:

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

O Haiti não é aqui



 
Como a maioria dos seres humanos, sou curiosa. Mas oscilo entre a informação e a ignorância, tentando me equilibrar num mundo de excessivos alertas que jamais nos permite a alienação total – e é por isso que filtro, ao menos em parte, os jornais (menos os escritos e mais os televisionados): nem toda informação é relevante ou pertinente, e esta atitude avestruzesca me auxilia a manter os neurônios abastecidos do que vale a pena.

Longe de justificar minha atitude um tanto pueril, uma distância conveniente dos meios de comunicação como estratégia de sobrevivência não me exime nem me impede de ter consciência. E há certas coisas que nenhum ermitão moderno deixa de, ao menos, ficar sabendo: porém, manter-se na superfície dessa informação, a partir daí, é escolha individual.

A tragédia no Haiti é uma dessas informações que não pude ignorar, e tenho lido o que posso. Mas uma abordagem inusitada dessa tragédia me chamou a atenção. A colunista Bárbara Gancia, no jornal Folha de São Paulo de 15/01/2010, atenta para o fato de que pouquíssimas pessoas sabiam do paradeiro da doutora Zilda Arns. Nem mesmo seu irmão sabia que ela estava prestando serviços no Haiti. E Bárbara dá um título bastante apropriado para seu artigo: O ego encolhido de dona Zilda Arns. E ressalta, com humor e ironia: “Se partisse em missão para o Haiti, eu ligaria correndo para passar a informação para a Mônica Bergamo”.

O país mais pobre das Américas, onde 45% da população é analfabeta – e, segundo o CIA World Factbook, 80% vivem abaixo da linha de pobreza – foi assolado por um terremoto de 7,3 graus na escala Richter, cujas proporções se tornaram ainda mais gigantescas em virtude destes dados. Sabe-se que, lá, o socorro oficial não existe, pois o Estado está falido e a economia em frangalhos. Não existem também água, alimentos, combustível. Os telefones celulares, mais numerosos que os fixos, não funcionam. Os mortos aglomeram-se nas ruas, a população sobrevivente caminha sem rumo por entre os corpos e só conta com ajuda de voluntários. Quem sobreviveu ao terremoto pode morrer de desnutrição ou de doenças.

É difícil sequer imaginar um cenário de horror como este, e era naquele país que dona Zilda atuava em silêncio. Evidentemente, eu não sabia. Ela e mais um grupo de abnegados seres humanos, alguns também vítimas do terremoto. O terremoto que abriu os olhos de desavisados como eu para duas informações que puderam ser constatadas em sua real essência...

A primeira: ainda que saibamos da existência da subnutrição, do analfabetismo e do aviltamento da vida humana em muitas regiões do mundo, essas condições podem ser levadas a extremos. Nessa hora, ver fotos e ler verdades difíceis nos relembra o fato de sermos todos pertencentes à mesma raça, à mesma linhagem, à mesma frágil estrutura. Sentir a dor do outro para nos humanizar é um exercício indispensável, e fugir disso é muito mais que alienação: é covardia.

A segunda: existem, sim, pessoas cujo "ego encolhido" não permite que se divulgue o bem que fazem. Essas almas levam a extremos a máxima “fazer o bem sem olhar a quem”. Também é um exercício de humanização que nos faz repensar nossas atitudes para com o outro. Ainda que não possamos ir ao Haiti, a Serra Leoa, a Níger, ainda assim há muito por se fazer, a começar por nossa casa, nossa rua, nosso bairro, nossa cidade. Humildemente, sem necessidade de alarde, que é para não aumentar ainda mais o número de informações inúteis a que estamos expostos diariamente.

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Agradeço à Bárbara Gancia a autorização para a publicação deste texto.

terça-feira, 8 de setembro de 2009

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

quarta-feira, 13 de maio de 2009


Até que ponto podemos aguentar viver na corda-bamba entre o real e o virtual? Quando é a hora de se desligar?
Quem não concorda que a internet é uma das invenções mais brilhantes da humanidade que atire a primeira pedra. Sem dúvida, a ideia de criar uma rede de computadores conectados entre si, vem transformando e redefinindo comportamentos ao longo de várias gerações. Um dos mais importantes cientistas sociais da atualidade, o espanhol Manuel Castells, afirma em seu livro “A Galáxia da Internet”, que o nascimento da web pode ser comparado ao surgimento da energia elétrica. Com esta afirmação, é possível dimensionar o grau de importância que este meio adquiriu e continua adquirindo em nossas vidas, afinal o céu não é o limite para a expansão da rede.
Quem está na faixa dos vinte anos ou mais, pode voltar no tempo e comparar o salto que a internet e todas as outras formas de tecnologia deram em um intervalo de tempo de aproximadamente dez anos. Quem não se lembra dos famosos disquetes, do barulhinho inconfundível da conexão discada, as pesquisas feitas na biblioteca do colégio ou quando ouvir música era só através dos “moderníssimos” CDs que passavam de mão em mão até todos terem gravados em uma fita K7 as suas músicas prediletas?
Bons tempos aqueles, podem afirmar ou mais saudosistas, mas o que vemos atualmente é uma reconfiguração de ações e comportamentos jamais vista e que a cada dia se dá de forma mais rápida e mais difícil de acompanhar. O fato é que no Brasil, a geração dos anos 80 – como a minha – ou anteriores, viveram os dois lados da moeda, ou seja, nasceram em mundo pouco interligado e carente de tecnologias globalizantes, mas cresceram junto com elas e, de certa forma, se adaptando ao mundo virtual, mas mantendo as raízes no mundo real.
Já as gerações do final dos anos 90 e início do ano 2000, nasceram imersas em um mundo altamente conectado e, por isso, nunca passaram pelos perrengues da vida sem internet. A galera que tem até 15 anos, nasceu quando a onda internet estava a todo vapor, sendo assim, pode-se afirmar que é mais difícil para eles diferenciar a barreira entre o real e virtual.
É claro que não vamos generalizar e afirmar que todos os jovens desta faixa são vidrados em tecnologia, mas se você perguntar para alguma criança, independentemente da sua idade, o que é um site ou celular, causará espanto se ela não tiver na ponta da língua uma resposta. É inegável que hoje somos a cada dia mais máquina e menos humanos, pois muitas vezes preferimos mandar um scrap para um amigo, o felicitando pelo seu aniversário, ao invés de irmos até sua casa e desejar-lhe parabéns.
Com tantas facilidades proporcionadas pelas novas tecnologias, é indiscutível o fato de nos sentirmos atraídas por elas. Foi assim com a eletricidade, com o automóvel, a geladeira, o fax, a máquina de escrever e, claro, não seria diferente com a internet. Mas, até que ponto estas facilidades são positivas? Até que ponto facilitar tanto nossa vida deixa de ser algo positivo e se volta contra nós?
De acordo com o Ibope/NetRatings, em 2008 éramos mais de 40 milhões de conectados no Brasil e destes, quase 35 milhões com internet residencial e mais de 20 milhões de usuários ativos. Com todos estes números, também temos a média mensal de navegação dos brasileiros, que em maio do ano passado espantosamente chegou a quase 24 horas por semana. Com esta média, o Brasil fica na frente de países como Alemanha, Espanha, Itália e até Japão e Estados Unidos. O que estes dados podem traduzir: que o brasileiro está mais conectado, obviamente, que está usufruindo das vantagens da internet, mas por outro lado, está trocando a vida real pela virtual, pelo menos um dia inteiro por mês.
Como as tecnologias globalizantes tendem a encurtar distâncias, um fenômeno vem sendo percebido essencialmente por sociólogos e psicólogos: a mudança na formação dos relacionamentos pessoais. Uma das doenças que afligem muitos viciados em internet é o chamado Transtorno de ansiedade social, que se caracteriza pelo receio das interações sociais, como, por exemplo, ir à escola, sair na rua, falar em público ou paquerar. A primeira vista, estes sintomas podem ser observados em pessoas muito tímidas, entretanto é muito além de timidez que o cerne do problema se deve pelo fato do medo que portadores deste transtorno possuem de receber avaliações, seja de juízos de comportamento, estético ou mesmo de falarem o que pensam.
A crescente detecção deste e demais transtornos em jovens com menos dos 18 anos, mostra que nossos adolescentes estão mais sujeitos a isso, porque a formação da personalidade de grupo se dá justamente nesta fase. Como os nossos jovens estão trocando as conversas pessoais por chats, redes de relacionamento, jogos online e a própria internet, há um vão no desenvolvimento deste fator relacional, o que reflete em adolescentes mais tímidos, com poucos amigos reais, mais consumistas e elevação do número de problemas psicológicos.
Uma prova desta nova configuração dos relacionamentos, principalmente entre os jovens, pode ser percebida em uma série norte americana chamada True Life e exibida no Brasil pela MTV. Em um dos episódios, é possível acompanhar o drama de três meninas norte- americanas que não conseguem serquem realmente são fora do mundo virtual.
Este episódio, chamado “Vivo outra vida na Web”, reflete que a compulsão pela realidade virtual, sem dúvida afeta nossa vida real.
Há quem diga que a internet está se tornando um vício, principalmente para os adolescentes. É fato que esta faixa é a que mais consome internet atualmente. Entretanto, há certo receio em afirmar que se conectar de mais seja considerado como tal. A chave para se saber se isso é real pode ser encontrada no ditado popular “tudo o que é de mais, faz mal”. De acordo com a Wikipedia, vício deriva do latim “vitium”, que quer dizer “falha ou defeito”, sendo assim, um vício se caracteriza por um hábito cotidiano que acaba causando mal ao praticante do hábito ou as pessoas que o rodeiam. Desta forma, se alguém deixa de lado outras esferas da vida social ou acaba causando mal a si ou aos que convivem com ele, podemos afirmar que este é um viciado em internet.
Você pode estar se sentindo culpado com todos estes dados ou por não ter ido ao aniversário da sua mãe porque ficou festando no Second Life, ou batendo papo com aquele seu amigo pelo MSN. Calma! Isso pode ser um caso isolado de compulsão pelo mundo virtual, contudo, é importante que você pare e analise seu comportamento perante este mundo. De acordo com o Ambulatório Integrado dos Transtornos do Impulso do Hospital das Clínicas de São Paulo, há oito características que definem os Heavy users (usuários pesados): Pessoas com inteligência acima da média e com velocidade de raciocínio muito alta.Preferem passar o dia todo conectados a realizar outras atividades.Apresentam sintomas de depressão, ansiedade e outros distúrbios.Preferem interagir virtualmente do que realmente.Usam a internet com refúgio, pois apenas neste espaço conseguem expressar o que são ou pensam.Possuem poucos amigos reais.Desenvolve um comportamento único na rede. Você apresentou algum destes sintomas? !

quinta-feira, 23 de abril de 2009

terça-feira, 4 de novembro de 2008