sexta-feira, 9 de maio de 2008

A FILOSOFIA DO FALTA ALGUÉM


RETONAREMOS A POSTAR COM MAIS ASSIDUIDADE AGUARDE

NA FOTO UMA SOLITÁRIA FORMIGA
QUE DEVE TER UMA VISÃO DE VIDA COMPLETAMENTE ESTRANHA PARA NÓS RACIONAIS?

quinta-feira, 8 de maio de 2008

Vida sem noção


que bobagem ter preocupações tudo acaba mesmo?
momento pessimista

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008

CUIDE DA ALMA!


A alma, imortal, indestrutível e sempre renascida, razão moral, espiríto pensante e sede da consciência, é a manifestação do divino no homem, guiado por ela para examinar com atenção e cautela o que ocorre a sua volta, separando o que realmente lhe diz respeito daquilo que é superficial, banal, desprezível. Cuidar da alma, missão suprema e indelegável do homem, é cuidar de si. O cuidado de si implica em estar em confluência com o mundo, mas ao mesmo tempo protegido das tentações que pertubam a intimidade, buscando-se na solidão serena, e não na opinião dos outros, a resposta para as dúvidas e a libertação das incertezas.
Cuidar de si não é isolar-se no egoísmo e na solidão, mas preocupar-se com os desvalidos, fazendo o possível para amenizar seu infortúnio, é respeitar a cidade onde vive, como se fosse sua própria casa.

sexta-feira, 11 de janeiro de 2008

NATUREZA X SER HUMANO


No princípio as relações do homem com a natureza eram divinas. Haviam deuses em tudo. Deus do sol, da luz, da chuva, do rio, do vento, da árvore, da pedra, do mar, do sonho... e de tudo o mais que os olhos e a imaginação pudesse alcançar. Nessa época, destruir uma árvore, por exemplo, significava desafiar um deus. Para cortá-la, era preciso ter uma justificativa muito convicente. Afinal deuses não perdoam. A ação exigia um ritual mágico e um compromisso de sobrevivência- montar uma casa, fazer um barco- para que a vingança divina não se estabelecesse.
O homem "evoluiu". Arrancou os deuses da natureza e estabeleceu um deus semelhante a si. Um deus humano, cheio de poderes absolutos. A partir de então a natureza começou a perder o status de "mãe" da vida. O homem passou a destrui-la como se ele próprio fosse divino e sujeito de toda a ação. A busca pelo poder, dinheiro e luxúria desconectaram a espécie humana do ambiente natural. O resultado disso está diariamente em todos os jornais e reportagens de TVs: queimadas, secas, inundações e poluição. A natureza cobra o troco pelo desafio humano.

quinta-feira, 3 de janeiro de 2008

Feliz?


É a fragilidade do homen que o faz ser sociável; são nossas misérias comuns aquelas que enclinam nossos corações à humanidade; se não fôssemos homens, não deveríamos nada. Todo apego é um signo de insuficiência: se cada um de nós não tivesse necessidade alguma dos demais, nem sequer pensaria em unir-se a eles. Um ser verdadeiramente feliz é um ser solitário: somente Deus goza de uma felicidade absoluta; mas quem de nós tem a idéia de coisa semelhante? se alguém imperfeito pudesse bastar-se a si mesmo, do que gozaria segundo nós? Estaria só, seria infeliz. Eu não concebo que quem não tem necessidade de nada possa amar algo: e não concebo que quem não ame nada possa ser feliz.

sábado, 29 de dezembro de 2007

AUTONOMIA


Sentir-se livre, dono da própria vontade e governante de suas ações é uma aspiração de cada um de nós. Mas é mesmo só isso: um desejo. Como falar em liberdade de escolha e em singularidade quando a cantora Madonna lança um novo CD e 35 milhões de pessoas compram as cópias. Vontade livre ou condicionamento? para o filósofo Michel Foucault, relações de força sutis perpassam nossa vida e constituem nossa individualidade. Não que sejamos todos idênticos, mas agimos de forma parecida porque a sociedade é "adestrada" por um conjunto de normas de disciplina que, de tão dissiminadas e repetidas, são internalizadas e vistas como normais. Um poder sem centro e sem dono do qual somos cúmplices, governa nossos atos, determina nossos afetos. Nem sempre foi assim. e isso ainda pode mudar.

quinta-feira, 27 de dezembro de 2007

desigualdade


O homem é naturalmente bom, nasceu bom e livre, mas sua maldade ou sua deteriozação adveio com a sociedade que, em sua pretensa organização, não só permitiu, mas impôs a servidão, a escravidão, a tirania e inúmeras leis que privilegiavam uma classe dominante em detrimento da grande maioria, instaurando a desigualdade em todos os segmentos da sociedade humana.
Uma sociedade hipócrita e vazia que priveligia o ter, o dominar, o conquistar, mas que nunca soube o que é ser.